Nova geração de aparelhos de audição aliam saúde, bem-estar, beleza e tecnologia

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A vida moderna está cada vez mais agitada e barulhenta. Mesmo sem saber somos vítimas dos males causados pelos barulhos do dia a dia, uma vez que enfrentamos altos ruídos por toda a parte, no trânsito, ao usar fones de ouvido, em algumas atividades profissionais e até mesmo dentro de casa, quando usamos o secador de cabelos, o liquidificador, o aspirador de pó, ou simplesmente assistir TV ou ligar aparelhos de som em alto volume. A exposição contínua a sons acima de 85 decibéis sem nenhuma proteção auditiva pode causar, ao longo dos anos, perda de audição irreversível. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Otologia, 30% a 35% das perdas de audição são consequência da exposição a ruídos diários.

No Brasil, os problemas auditivos atingem pelo menos 5,1% da população (9,7 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE de 2010), e alguns casos poderiam ser evitados. Aproximadamente 360 milhões de pessoas no mundo sofrem com algum tipo de perda auditiva incapacitante, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os principais sintomas da perda auditiva estão zumbido constante, cefaleia, tontura, irritabilidade e desconforto com sons intensos, que podem ser acompanhados por perda da capacidade de entender conversas com ruídos ao fundo, dificuldade em identificar de onde os sons estão vindo e de acompanhar conversas em grupo.

A boa notícia é que a tecnologia está trazendo mais qualidade de vida a quem já passa por estes problemas. Seguindo o mesmo caminho dos óculos, que antes causavam constrangimento e agora são acessórios de moda, os aparelhos auditivos agora também podem ser coloridos e de formatos diferentes; com opções que aliam moda, saúde e bem-estar.

A perda auditiva pode atingir diferentes faixas etárias. Cerca de um a três bebês de cada 1000 recém-nascidos tem perda auditiva. Na pesquisa realizada pela Med-El, empresa austríaca de soluções auditivas, em relação aos sintomas, 48% dos entrevistados afirmou reconhecer os sintomas em crianças.

Segundo a OMS, cerca de 1 bilhão de jovens em todo o mundo correm o risco de perder a audição em função do hábito de ouvir música em alto volume. Em países desenvolvidos, a situação é tão grave que mais de 43 milhões de pessoas, entre 12 e 35 anos, já sofrem de surdez incapacitante. A OMS estima que 50% de pessoas nessa faixa etária está exposta a riscos pelo uso excessivo de fones de ouvido e 40% pelos altos níveis de ruído em casas noturnas e bares.

O envelhecimento pode, naturalmente, desencadear a perda auditiva. Quando acomete o idoso, pode trazer isolamento, frustração, depressão, entre outros problemas psicológicos. Com o envelhecimento da população, o quadro é cada vez mais preocupante. De acordo com a pesquisa realizada pela Med-El, a falta de prevenção tem índice elevado na terceira idade (62%).

Mas não é só a estética que foi planejada. A tecnologia também tem sido uma grande aliada dos usuários de aparelhos auditivos. Das antiquadas trombetas auditivas, espécie de funil que eram encaixados no ouvido para amplificar o som e normalmente aparece em filmes e desenhos antigos, e dos modelos fixos, que eram enormes e chamavam muita atenção em público, até hoje, muita coisa mudou. Atualmente esses dispositivos ficaram mais arrojados e utilizam alta tecnologia. São dispositivos tão pequenos que desaparecem na mão do usuário. São versões com baterias mais duradouras e modelos que se conectam à internet e outras plataformas.

Com ambientes e usuários cada vez mais interconectados, os aparelhos auditivos desta nova geração possuem conexões sem fio e dispositivos externos que permitem a comunicação com celulares, tablets e smart TVs e controle de programas e ajustes de volume. Um programa, por exemplo, pode detectar a proximidade do aparelho com o telefone e, a partir daí, possibilitar uma conversa mais clara e audível.

“Atualmente, os aparelhos auditivos são muito discretos e com isso não estigmatizam seus usuários. Além disso, os aparelhos trazem tecnologias como a possibilidade de conexão direta com celulares, permitindo a que possui perda auditiva se conectarem com a TV, tablets e smartphones”, diz a fonoaudióloga Guilhermina Gomes



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