Câncer no pâncreas: a doença que matou Steve Jobs

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O gênio da tecnologia morreu em decorrência de um câncer no pâncreas. Este órgão fica localizado na parte superior do abdome e atrás do estômago. É responsável pela produção de enzimas (que auxiliam na digestão de alimentos) e insulina (hormônio que controla os níveis de açúcar no sangue).

Jobs, aos 56 anos, já estava dentro da idade de risco para desenvolver a doença, que começa a partir dos 50 e torna-se mais comum a partir dos 60. A taxa de mortalidade por câncer de pâncreas é um tanto elevada, visto que o diagnóstico é difícil e a doença extremamente agressiva.

De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil o câncer de pâncreas é responsável por 4% das mortes por câncer. Nos Estados Unidos, cerca de 26 mil pessoas recebem o diagnóstico da doença a cada ano.

Quem está vulnerável ao câncer de pâncreas?

Existem pessoas que estão mais vulneráveis a ter câncer de pâncreas. Quem sofre com a pancreatite crônica ou diabetes melitus, que foram submetidos a cirurgias de úlcera no estômago ou duodeno ou sofreram retirada da vesícula biliar precisam estar sempre atentos e fazer exames periódicos.
A ingestão excessiva de gordura também é um fator risco, juntamente com carnes e bebidas alcoólicas. Para os fumantes, as chances de desenvolver a doença crescem três vezes em relação aos não fumantes. Portanto, ficar longe de cigarros e manter uma dieta balanceada são fundamentais.

Detecção da doença e tratamento

É difícil detectar o câncer de pâncreas pelo fato de este órgão ficar localizado na cavidade mais profunda do abdome, atrás de outros órgãos. Os sintomas normalmente aparecem quando a doença já está em processo avançado e constituem perda de apetite e de peso, fraqueza, diarréia, tontura e, em alguns casos, icterícia. Quando a doença está muito avançada a pessoa pode sentir dores fortes na região das costas.

A cura deste câncer só é possível quando é feita a detecção precoce. Quando existe a possibilidade de submeter o paciente a uma cirurgia, o mais indicado é fazer ressecção. Quando o estado da pessoa já é muito crítico, normalmente coloca-se uma endoprótese.

Radioterapia e quimioterapia também podem auxiliar o tratamento, mas a prevenção e o cuidado com os hábitos continuam sendo as melhores indicações.
Fonte: SRZD



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