Brasil vai ser maior produtor de petróleo fora da Opepe em 10 anos

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Em 2021 o Brasil vai ser o maior produtor de petróleo do mundo entre as nações que não integram a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), de acordo com o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, que fez a afirmação nesta terça-feia durante o balanço da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

“O pré-sal já atinge 2% da média anual da produção de petróleo brasileira. É a produção que mais vai crescer entre 2011 e 2015. Fora a Opep, teremos a maior produção de petróleo do mundo. O Brasil será o país que dará a maior contribuição de petróleo nos próximos dez anos”, disse Gabrielli, ao destacar as previsões de contratação de materiais, equipamentos e serviços, pela estatal petrolífera brasileira.

Segundo ele, isso trará benefícios para mais de 250 mil empresas no país, direta e indiretamente. “Dentro do PAC, estamos com papel importante. Porém, a atividade vai além, e beneficia a indústria brasileira em diversas frentes.” Gabrielli destacou também a geração de empregos como resultado dessa expansão prevista para ocorrer no país até 2020.

O presidente da Petrobras acredita que aproximadamente 290 mil pessoas terão preparo profissional até 2014. “Já treinamos mais de 70 mil para 180 diferentes ocupações. Serão mais de 1 milhão de empregos gerados, o que vai requerer treinamento de mão de obra. O país é um canteiro de obras com mercado de trabalho cada vez mais aquecido”, afirmou Gabrielli.

Ele disse ainda que já existem previsões de investimentos em pesquisas sobre diferentes temas, por meio de convênios com diversas universidades, visando ao avanço tecnológico do setor.

A Petrobras pretende contratar 28 navios-sonda e plataformas semissubmersíveis, construídos no Brasil, com pelo menos 55% de conteúdo nacional. Além disso, está prevista a renovação da frota, com 146 embarcações de médio e grande portes, a serem recebidas entre 2012 e 2018, dasquais 40 já foram contratadas.

O presidente da estatal apresentou ainda uma lista com a demanda de materiais e equipamentos que devem ser adquiridos entre 2011 e 2020. Entre os 22 itens apresentados há grande quantidade de compressores, guinchos, guindastes, motores a combustão, turbinas, bombas, geradores, filtros, reatores, revestimentos e tubos, entre outros.



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