Morre no RS a vítima de número 242 do incêndio na boate Kiss

Mariane

Morreu na madrugada deste domingo (19), em Porto Alegre, a vítima de número 242 do incêndio que atingiu a boate Kiss, em Santa Maria, Região Central do Rio Grande do Sul, em 27 de janeiro deste ano. Mariane Wallau, de 25 anos, estava internada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e era natural de Santiago. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde pela manhã.
De acordo com o Cemitério Santa Rita de Cássia, em Santa Maria, o corpo da vítima deve chegar ao local por volta das 16h deste domingo. A administração não confirmou horário de velório nem de sepultamento.
Mais três pacientes da tragédia seguem internados no mesmo hospital. Outra vítima está internada no Hospital Mãe de Deus, também na capital. A secretaria não informou o estado de saúde dos jovens.
Morreu na madrugada deste domingo (19), em Porto Alegre, a vítima de número 242 do incêndio que atingiu a boate Kiss, em Santa Maria, Região Central do Rio Grande do Sul, em 27 de janeiro deste ano. Mariane Wallau, de 25 anos, estava internada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e era natural de Santiago. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde pela manhã.
De acordo com o Cemitério Santa Rita de Cássia, em Santa Maria, o corpo da vítima deve chegar ao local por volta das 16h deste domingo. A administração não confirmou horário de velório nem de sepultamento.
Mais três pacientes da tragédia seguem internados no mesmo hospital. Outra vítima está internada no Hospital Mãe de Deus, também na capital. A secretaria não informou o estado de saúde dos jovens.
- O vocalista segurou um artefato pirotécnico aceso no palco
- As faíscas atingiram a espuma do teto e deram início ao fogo
- O extintor de incêndio do lado do palco não funcionou
- A Kiss apresentava uma série das irregularidades quanto aos alvarás
- Havia superlotação no dia da tragédia, com no mínimo 864 pessoas
- A espuma utilizada para isolamento acústico era inadequada e irregular
- As grades de contenção (guarda-corpos) obstruíram a saída de vítimas
- A casa noturna tinha apenas uma porta de entrada e saída
- Não havia rotas adequadas e sinalizadas de saída em casos de emergência
- As portas tinham menos unidades de passagem do que o necessário
- Não havia exaustão de ar adequada, pois as janelas estavam obstruídas



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