Polícia do ES aposta em tecnologia para ter agilidade contra criminosos

Policia

Portas trancadas, cadeados, câmeras de vídeo, nada disso inibe a ação dos assaltantes na Grande Vitória. Nos últimos meses, vários estabelecimentos registraram roubos e furtos cometidos mais de uma vez pelos mesmos suspeitos. Já que não é possível estar em todos os lugares o tempo todo, a polícia aposta na tecnologia para ganhar agilidade e apoio da população. O celular é ferramenta de trabalho e o cidadão também pode contribuir.
Na região metropolitana, no ano passado, a média foi de 90 assaltos por dia. Este ano, apenas uma loja já foi assaltada 11 vezes. “Boletim de ocorrência parece que não está adiantando muita coisa. Só serve para estatística”, reclama um comerciante.
Uma rede de lojas de material de construção investiu R$ 40 mil em videomonitoramento e alarmes. Uma das lojas conta com 16 câmeras. Mesmo assim, o comerciante foi assaltado mais de três vezes, no trabalho e em casa, está traumatizado e tomando remédio para dormir. Quatro funcionários que trabalhavam na loja pediram demissão por se sentirem ameaçados. “Procurei psicólogo e neurologista. Há duas semanas não consigo dormir. Estou inquieto no trânsito, inquieto no trabalho, não consigo desenvolver meu trabalho profissional como desenvolvia antes”, conta o dono da loja.
ara a polícia, o desafio de manter a segurança é cada vez mais difícil. “Os criminosos estão mais ousados e mais violentos em suas ações. O policial se sente desmotivado e frustrado. Ele tem a missão de defender a sociedade com o risco da própria vida, mas não está conseguindo cumprir”, afirma o capitão da Polícia Militar, Djalma Cavati.
Para tentar mudar essa realidade, a polícia tem investido em tecnologia. Os policiais usam o celular como ferramenta de trabalho, para ter mais agilidade. Em blitz no trânsito, por exemplo, os policiais podem conferir os dados de um suspeito digitando o nome completo dele no telefone. Rapidamente, aparece informações das características físicas, nome do pai e da mãe e se a pessoa já teve passagem pela polícia. “Dessa forma, consigo dar mais qualidade às nossas operações, porque consigo puxar o nome das pessoas sem a demora de esperar retorno via rádio ou telefone”, conta o capitão
Nas mãos do cidadão, o celular também pode ajudar a segurança pública. Mais de 13 mil pessoas já baixaram o aplicativo gratuito que permite verificar se um veículo foi roubado ou não. Basta digitar a placa do veículo para receber informações do banco de dados do Detran. “Ele passa as características do carro, a cor, se foi roubado ou não. Acredito que podemos contribuir com as autoridades”, afirma o empresário Lúcio Júnior. Caso conste alguma restrição, o cidadão pode acionar imediatamente a polícia e denunciar.



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