Greve completa um mês e capixabas ainda sofrem com falta de dinheiro nos bancos e caixas eletrônicos

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Os caixas eletrônicos da Grande Vitória e do interior do Espírito Santo vão continuar sem dinheiro por tempo indeterminado. A greve dos trabalhadores de transporte de valores no Espírito Santo completou, no último sábado (29), um mês e, pelo caminhar das negociações entre patrões e funcionários, ainda não há previsão de término.

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De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), o relator do dissídio coletivo de greve é o desembargador José Luiz Serafini, mas o julgamento aguarda parecer do Ministério Público do Trabalho (MPT). O TRT informou também que, até a próxima sexta-feira (07), uma data para audiência de conciliação deverá ser marcada. Até lá, os capixabas devem ter muita paciência, pois vão enfrentar dificuldades para sacar dinheiro.

“Greve está com os dias contados”, diz presidente do Sindesp

O presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), Jacymar Delfinno, disse que a expectativa é que o movimento perca força a partir desta quarta-feira (05), uma vez que haverá corte no ponto daqueles trabalhadores que não estão exercendo suas atividades normais. “A categoria acredita que o Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte, Guarda, Transporte de Valores, Escolta Armada e Tesouraria do Espírito Santo (Sindfortes) perderá força e a paralisação termine o mais rápido possível”, frisou.

Representantes do Sindfortes foram procurados pela reportagem, mas ninguém foi encontrado para falar sobre o caso.

Reivindicação

Os grevistas querem elevação do piso salarial de R$ 1.159,00 para R$ 1.844,00. O impasse permanece, principalmente, por conta de três demandas dos trabalhadores em transporte de valor. A categoria quer receber o pagamento pelos dias parados – a greve foi iniciada no dia 29 de abril. Eles também quer receber tíquete-alimentação em cartela fechada, contemplando todos os dias de um mês, inclusive os não trabalhados. E, por último, os empregados reivindicam estabilidade até o mês de maio do ano que vem – com possibilidade de rescisão de contrato somente por justa causa.



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