Papa usa roupa feita em fábrica do ES em sua primeira missa no Brasil

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O Papa Francisco celebrou a primeira missa aberta ao público no Brasil, nesta quarta-feira (24), na Basílica de Aparecida do Norte, em São Paulo. Mesmo longe, os moradores de Colatina, na região Noroeste do Espírito Santo, se orgulharam e se emocionaram com a roupa usada pelo pontífice, confeccionada por uma fábrica do município.
Após uma terça-feira de descanso, o Papa Francisco mostrou fôlego nesta quarta-feira. Pela manhã, celebrou sua primeira missa no Brasil, na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, no interior de São Paulo. Avisou que retorna em 2017, beijou crianças, acenou bastante, almoçou com seminaristas e voltou ao Rio, onde visitou o Hospital São Francisco de Assis. Na instituição no bairro da Tijuca, inaugurou o Polo de Atenção à Saúde Mental, centro voltado principalmente para o tratamento de usuários de crack.
Para a celebração da missa, foram confeccionadas quatro peças, sendo elas a túnica, a estola, que caracteriza a função do sacerdote, a casula, utilizada somente nas ocasiões de celebração de missa, e a mitra. Feitas com tecidos brasileiros, as peças foram pensadas para transmitir a humildade passada pelo Papa.
Nós ficamos muito felizes, porque a roupa que ele usou foi feita na nossa cidade. Muito bom”, disse a auxiliar de serviços gerais Maria Sepulcro. O locutor Diones Rufino também contou que ficou emocionado com a missa do Papa. “Cada colatinense hoje se sentiu um participante, mesmo estando distante, se sentiu presente pela roupa dele ter sido feita em Colatina”, disse.
Segundo a diocese, a roupa usada por ele vai ficar na Basílica de Aparecida, mas foram feitas outras duas peças iguais. Uma delas vai ser entregue de presente ao Papa e a outra volta para Colatina. “A gente não toca ele, mas toca a roupa que ele usou”, comentou Luzia Tonini, auxiliar de serviços gerais.
O diretor da fábrica em Colatina, padre Ernandes Fantin, explicou que o convite para produzir as roupas veio da diocese de Aparecida, em São Paulo. “De lá veio a grande proposta. Se a gente poderia fazer os paramentos para o Papa quando ele estiver celebrando em Aparecida. No meio dessa história tem também os 50 co-celebrantes, os cardeais, arcebispos, bispos, padres, ao todo dá umas 300, 350 vestes a serem produzidos”, contou o padre.

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