Horário de verão: saiba como encurtar a sua adaptação

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Criado para ajudar o país a economizar energia, a maioria das pessoas tem relação de amor ou ódio com o Horário de Verão, medida que obriga a adiantar o relógio uma hora para aproveitar ao máximo a luminosidade do dia. À zero hora do próximo domingo (20) começa a vigorar o novo horário, que se estenderá até 16 de fevereiro. Como muita gente se queixa das mudanças no padrão do sono, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) ouviu dicas de um neurologista para ajudar a encurtar o período de adaptação.

O neurologista da Sesa Leonardo de Paula Liparizi observa que as dificuldades iniciais para ‘pegar’ no sono ou acordar costumam durar cerca de 15 dias, mas que é possível encurtar esse período observando alguns cuidados. O ideal, segundo ele, é começar o período de adaptação com antecedência, procurando dormir meia hora mais cedo e até uma hora antes do horário habitual nesta semana.

Essa é uma boa dica principalmente para aqueles que, a partir da semana que vem, terão de começar a levantar com o dia ainda escuro. “Há mudança no padrão de sono. Quem está acostumado a acordar com o sol entrando pela janela, ao acordar com o dia ainda escuro estará sob o efeito do sono da noite e sentirá que ‘perdeu’ uma hora de sono”, explica Leonardo.

O neurologista lembra que há hormônios que são produzidos pelo organismo durante o dia e outros à noite. É o caso da melatonina, que regula o sono e atinge o seu auge de duas a três horas após escurecer. Como as pessoas tendem a dormir mais tarde, mas precisam acordar mais cedo, o metabolismo acaba afetado e precisa de um tempo para se adaptar.

De acordo com o médico, tanto crianças como adultos de qualquer idade sentem os efeitos dessa mudança. Por isso, segundo ele, é tão importante ter horários regulares para dormir e acordar, o que ajuda a ter uma noite de sono de qualidade para promover descanso.

“A rotina do sono é importante, porque não é só a quantidade de horas dormidas, mas a qualidade desse sono é que vai permitir que a pessoa enfrente o dia seguinte sem aquela sensação de cansaço, sonolência e de que dormiu mal”, avalia Leonardo.

Tão importante quanto observar horário regular para dormir, é estar atento ao que não fazer e que pode prejudicar o sono e principalmente a adaptação nesse período em que se “perde” uma hora de sono.

Segundo o neurologista, próximo da hora de dormir é bom evitar atividades físicas, além de refeições pesadas e bebidas estimulantes como café, chá preto, refrigerantes e chocolate. Ele destaca que, embora muita gente acredite que a bebida alcoólica ajuda a relaxar, na verdade, o álcool provoca sono fragmentado, de qualidade ruim.

“Sono é rotina, é hábito, por isso as mães observam o horário de colocar seus bebês para dormir. A gente é que desaprende isso com o tempo”, reforça.

Para ele, quanto melhor a higiene do sono, mais rápida a adaptação nesse período de transição. Mas se alguém perceber, com o passar do tempo, que desenvolveu sonolência diurna excessiva e padrão de insônia deve conversar com o médico da unidade de saúde mais próxima de sua residência. Se houver necessidade ele encaminhará o paciente para o neurologista para avaliação das causas.



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