Espírito Santo continua sendo o maior produtor nacional de café conilon

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A Produção Agrícola Municipal 2012 divulgada nesta sexta-feira (25) pelo IBGE mostra, pela primeira vez, por município, a produção das espécies de café arábica e canephora (conilon), separadamente.A cidade capixaba de Jaguaré é a maior produtora nacional do café canephora. O Espírito Santo também ocupa o terceiro lugar na produção de café arábica. O valor de produção de café conilon em 2012 no Espírito Santo foi de 2,3 bilhões, com a produção de 588 mil de toneladas.

O estado capixaba está em 2 º lugar no ranking nacional na produção de pimenta-do-reino. O valor da produção em 2012 foi de R$ 68,7 milhões, com 6.670 toneladas e 2.381 hectares em área colhida, registrando-se um aumento em relação a 2011, quando o valor da produção foi de R$ 54 milhões, com 6.589 toneladas e 2.340 hectáres em área colhida. O ganho no valor da produção entre 2011 e 2012 foi de 27%, ou cerca de R$ 14 milhões. Quanto ao valor da tonelada produzida, houve um ganho de 1,2%. O município capixaba responsável por elevar o Espírito Santo ao 2º lugar na produção nacional de pimenta-do-reino é São Mateus, o maior produtor nacional.

Já a produção de mamão no ES ficou em 2º lugar no ranking nacional, com valor de produção de R$ 324,1 milhões em 2012, alcançando uma produção de 484,6 mil toneladas, com área colhida de 7.075 hectares. Houve um aumento de R$ 25,7 milhões no valor da produção em relação a 2011, muito embora a quantidade produzida tenha diminuído em 13,6%: em 2011 a produção foi de 560.576 toneladas, com valor de produção de R$ 298,4 milhões e com área colhida de 7.069 hectares.

Quanto a produção de cacau, o Espírito Santo continua no 4º lugar no ranking nacional, mas teve uma queda na produção de 39,8%: passou de 8.101 toneladas em 2011 para 4.879 toneladas em 2012. Também foi registrada uma queda no valor de produção de cerca de 37,4%, passando de R$ 36,7 milhões em 2012 para R$ 23,0 milhões em 2012.

Em termos de fruticultura, três municípios capixabas se destacam no cenário nacional quanto ao valor de sua produção agrícola: Pinheiros, na 23a posição e com valor de produção de R$ 102,4 milhões; Linhares (ES), na 30a posição e com valor de produção de R$ 93,5 milhões; e São Mateus (ES), na 37a posição e com valor de produção de R$ 84,6 milhões. Chama a atenção o fato de que São Mateus apresentou uma grande variação do valor da produção na fruticultura em relação ao ano anterior: em termos percentuais, cerca de 64,5%.

Em 2012, segundo a pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM) foram utilizadas 687,7 mil hectares em áreas plantadas ou destinadas à colheita no Espírito Santo. A cultura que utilizou a maior área foi o café, com 467,6 mil hectares; seguido por cana-de-açúcar (73.459 ha), pelo milho (31.704 ha), pelo cacau (22.086 ha) e pela banana, 21 mil hectares.

Em termos de valor de produção, o café continua sendo a principal cultura do Espírito Santo, com R$ 3,3 bilhões e participação de 70,4% no valor total da produção. A seguir destacam-se o mamão (valor da produção de R$ 324,1 milhões e participação de 7,0%), a cana-de-açúcar (valor da produção de R$ 205,1 milhões e participação de 4,4%), o tomate (valor da produção de R$ 175,8 milhões e participação de 3,8%) e a banana (valor da produção de R$ 151,2 milhões e participação de 3,3%).
Produção de café no Espírito Santo (arábica e canephora) cresceu 8,8%

Em 2012 o Espírito Santo produziu 772.049 mil toneladas de grãos de café registrando um aumento de 62,4 mil toneladas sobre 2011, que produziu 709.596 mil toneladas. A área colhida em 2012 foi de 467.590 hectares em relação a 2011, que atingiu 467.181 hectares. Com relação ao valor de produção, o estado teve um aumento de 7,1% com relação a 2011, passando de R$ 3,043 bilhões em 2011 para R$3,260 bilhões em 2012, o que corresponde a um aumento no valor da produção de R$ 217,3 milhões.

A PAM divulga, pela primeira vez informações sobre as espécies de café arábica e canephora, separadamente. No Espírito Santo a produção de café em grãos cresceu 8,8% na produção e 7,1% no valor da produção. Enquanto no Brasil houve forte queda nos preços, principalmente do café arábica, e o valor da produção cresceu apenas 3,0%.

Os 20 maiores produtores de café do país são liderados por Patrocínio (MG), que teve um aumento de 106,1% na produção e onde é cultivado o café arábica. Em Jaguaré, segundo maior produtor, onde é cultivado o canephora (também conhecido como conilon), a produção cresceu 11,9%. A safra do café arábica foi de 2.278.738 toneladas e Minas Gerais foi responsável por 69,3% dela. Patrocínio (MG) é o maior produtor de arábica do Brasil (64.789 toneladas), com Serra do Salitre (MG) (38.158 toneladas) a seguir.

Dos 20 municípios maiores produtores de arábica, apenas Brejetuba (ES) (14º) não é de Minas Gerais. A safra de café canephora (conilon) foi de 588.739 toneladas. O clima, os tratos e a irrigação deram bons resultados no Espírito Santo, maior produtor (77,6% da produção), seguido por Rondônia (11,3%) e Bahia (6,3%). Jaguaré (ES) é o maior produtor nacional. Dos 20 municípios líderes, só Itamaraju (BA), Prado (BA) e Cacoal (RO) não são capixabas.

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