Sogra é acusada de mandar matar o genro

Reprodução

Uma dona de casa está sendo procurada pela polícia de Cachoeiro acusada de ter mandado matar o genro, o pintor Genilson Theodoro Souza, 28 anos, assassinado com dois tiros, um no peito e outro na testa, no último sábado à noite (26), na porta de sua casa, no bairro Zumbi.

Edna Turine dos Passos, segundo a delegada Ancila Zanol, saiu de casa logo após o crime, deixando para trás o filho menor de idade e o marido. Três homens suspeitos de terem participado do assassinato também estão foragidos.

O assassinato aconteceu na rua Nossa Senhora da Penha, bairro Zumbi. A vítima chegou a ser socorrida por familiares, mas morreu ao dar entrada na Santa Casa.

Genilson estava dentro de casa com sua mulher, que é filha de Edna, a filha de um ano do casal, além do irmão, da cunhada e do sobrinho.

Segundo testemunhas, Edna bebia em um bar a 50 metros da casa, acompanhada de três homens e depois foi até a porta da casa do genro. Dizia que ele a havia chamado.

A vítima negou que a tivesse chamado e os dois começaram a discutir. Num certo momento ela atirou contra ele uma garrafa e um copo de bebida. Logo depois, os três homens chegaram e um deles puxou a arma e atirou duas vezes.

O primeiro tiro acertou o peito de Genilson e quando ele já havia caído, o homem se aproximou e efetuou outro disparo na testa da vítima. Na confusão, a mulher do pintor desmaiou.

O irmão de Genilson ficou com medo de também ser baleado e fugiu para pedir ajuda à Guarda Municipal. Quando a viatura chegou na residência, os acusados já haviam fugido e o pintor socorrido.

Ancila Zanol destacou que, segundo depoimento de testemunhas e investigações da polícia na rua onde o crime ocorreu, não há dúvidas de que a sogra tenha planejado o assassinato do genro.

Também pesa contra a sogra o fato dela ter fugido. O caso agora será investigado pelo delegado de Crimes Contra a Vida, Guilherme Eugênio Rodrigues.

Sogra queria a casa de volta
Na última discussão entre o pintor Genilson Theodoro Souza, 28 anos, e sua sogra Edna Turine dos Passos, a mulher pediu a casa onde o genro vivia e deu prazo de dois meses para que ele saísse da residência.

A mulher de Genilson estava muito abalada e não quis falar com a imprensa. Mas em seu depoimento, explicou que a relação entre ela e o marido estava bem conturbada e que há um mês tiveram uma discussão grave, inclusive com agressões físicas.

Genilson foi parar na delegacia, prestou depoimento e foi liberado. A sogra, revoltada, brigou com o pintor e mandou que saísse da casa no prazo de dois meses. O marido, segundo sua mulher, estava procurando uma casa para alugar.

Um irmão da vítima comentou que Genilson era muito nervoso e que já havia pedido para que ele procurasse manter a calma.

Fonte:viaes



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