Grávida espanca tio até a morte

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O aposentado José da Silva, 66, foi brutalmente espancado na manhã de quinta-feira, em Presidente Kennedy, e morreu na Santa Casa de Cachoeiro, por traumatismo craniano. Sua sobrinha foi presa, acusada pelo crime. Ela está no nono mês de gestação.

Era a dona de casa Vanete de Oliveira Silva, 31, quem cuidava do tio. Além de deficiente físico, o idoso estava doente. Em troca, recebia o benefício previdenciário a que ele tinha direito. Ela foi autuada em flagrante na noite do crime e confessou. Disse ter ficado nervosa por ter sido acordada pelo aposentado durante a madrugada.

No depoimento, ela relata que viu que o tio tinha evacuado e sujado a roupa que usava e o lençol da cama. Descontrolada, a mulher começou a agredi-lo, com chutes e empurrões, levando-o até o quintal, onde a vítima caiu e não se levantou mais.

Ao perceber que o tio estava muito ferido, a mulher pediu ajuda ao marido, que estava dentro de casa. Ele acionou a ambulância, que levou o aposentado à Santa Casa Cachoeiro.

No hospital, a médica Ana Maria de Abreu avaliou José e constatou hematomas em várias partes do corpo, além de arranhões e cortes na face, no tórax, no abdômen e até nas partes íntimas. O idoso morreu por volta das 15h00 e, segundo a polícia, a causa é traumatismo craniano.

Foi a própria sobrinha quem cuidou da liberação do corpo no Instituto Médico Legal (IML) de Cachoeiro, na tarde de quinta-feira.

Ao serem comunicados da morte do aposentado, policiais civis da Delegacia de Presidente Kennedy começaram a investigar e chegaram à Vanete. Ela recebeu voz de prisão às 22h00 do mesmo dia, quando foi à delegacia procurar pelo marido, que estava prestando esclarecimentos.

A acusada vai responder por agressão seguida de morte, segundo o delegado responsável pelo caso, Edson Lopes Júnior. Já está encarcerada no Centro Prisional Feminino de Cachoeiro de Itapemirim (CPFCI) e se condenada, pode pegar de quatro a 12 anos de cadeia.

Assim que chegou à unidade foi avaliada pelo médico e está em observação na enfermaria do presídio. Segundo nota da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), após o parto, que deve ocorrer na semana que vem, a interna e o bebê ficarão no alojamento materno-infantil, área reservada para gestantes e mães com filhos. No local, receberão assistência da equipe multidisciplinar da unidade, que conta com médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, psicólogo e assistente social.

Fonte: O Fato



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