Saiba o que fazer para não entrar o ano de 2014 "no vermelho"

Meis_inadimplencia_ilustra-50131

O ano de 2014 se aproxima e com ele chega uma série de contas e impostos a pagar. Para não entrar o ano novo no vermelho, o ideal é maneirar nas compras neste final de 2013 e não acumular dívidas. Entretanto, nem todos seguem a receita e já começam o ano novo no sufoco.

O economista, Mário Vasconcelos, diz que as obrigações financeiras mais comuns no início de cada ano são tributos como o IPVA e o IPTU e despesas escolares, por exemplo, uniforme, material e matrícula. No entanto, o final do ano é uma época que também gera gastos com festas, férias e compras. A orientação dada pelo especialista é ter muita cautela e fazer um planejamento para começar 2014 com boa saúde financeira.

Quem tem dívidas, precisa tentar quitar ou pagar o máximo que puder e o uso de parte do 13º salário está liberado para isso. “Em novembro boa parte dos trabalhadores recebeu a primeira parcela do 13° salário e até o dia 20 de dezembro eles devem receber a segunda parcela. Uma saída para as pessoas endividadas é usar parte desse dinheiro para quitar as dívidas. Também é bom que essas pessoas deem uma segurada nas compras e nos gastos, no final do ano”, ensina Mário, que aconselha aqueles que não possuem débitos a guardar pelo menos a metade do salário extra como reserva financeira para o restante de 2014.

O mestre de obras, Valdir Freire, segue essa receita da organização. Ele vai começar o ano novo tendo que pagar IPTU, IPVA, além da matrícula e do material escolar da filha pequena. “Não guardo dinheiro para as contas do início do ano. De acordo com a chegada delas, vou pagando e tento me controlar durante o ano para não fazer dívidas”, disse o mestre de obras.

Mário Vasconcelos aconselha pagar os impostos em cota única, pois essa forma de pagamento garante desconto.

Segure o “dinheiro de plástico”

O economista dá dicas para as pessoas que usam cartão de crédito. A primeira é pagar a fatura integralmente para que o débito não aumente de um mês para o outro. Outra sugestão é controlar os gastos com o “dinheiro de plástico”. “Quando a pessoa receber a segunda via da compra, é importante que ela guarde ou cole em um caderno para ter um controle das despesas e saber quando vai pagar quando chegar a fatura, no final do mês”, explica Mário.

É justamente com a fatura do cartão de crédito que as amigas, Marleyde Dias e Ana Paula Reis, estão endividadas. Marleyde se diz controlada nos seus gastos. Ela pretende utilizar parte do 13º salário para quitar sua dívida e já faz planos para o próximo ano. “Quero poupar dinheiro para retornar comprar um moto e voltar para a faculdade de Direito”, revelou.

Ana Paula, por sua vez, é um pouco consumista e não garante que pagará suas dívidas neste final de ano. “Se der para usar parte do 13º para pagar ou, pelo menos, abater parte das dívidas do cartão de crédito, eu vou pagar. Comigo é assim devo não nego, pago se puder”. A promessa dela para 2014 é tentar se controlar para não comprar tantas coisas.

Mais imagems

_dsc2425_min_abaaad-50129


Publicidade


Outras Notícias


Cachoeiro se prepara para receber mais uma edição da Stone Fair

Bienal Rubem Braga terá encontro nacional de literatura fantástica

Dia D de vacinação contra gripe em Cachoeiro é no sábado (12)

Inscrições no Enem já começaram

Inscrições para o Enem passam de 200 mil em uma hora e meia

São Pedro de Tarantásia, foi um homem pacificador

Diocese de Cachoeiro adota medidas para evitar contágio de gripes

Santa Casa lança campanha para incentivar mulheres a doar sangue

Estudantes são assaltadas na porta de faculdade em Cachoeiro

Homem é morto durante tentativa de assalto em Cachoeiro

Nasceu; e agora? Psicólogos explicam como lidar com a depressão pós-parto

Atenção, motoristas! IPVA de veículos com finais de placas de 6 a 0 começa a vencer

Prorrogado para 10 de maio prazo para renovar contratos do Fies

Campanha de vacinação em todo o país vai até 01 de junho

Conta de luz: Em maio bandeira tarifária mais cara

D1 Notícias ©2010-2011. Todos direitos reservados.