Acusados de matar sargento presos no sul do Estado

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A Polícia Militar conseguiu prender, na tarde do dia 19/12, na zona rural de Cachoeiro de Itapemirim, Maxlon Dimas Moraes, o Primo, de 33 anos, e seu comparsa, José Victor da Cruz Argolo, conhecido como Macaco Louco, de 37, acusados de matar um sargento da corporação. O crime ocorreu na Grande Vitória, em plena luz do dia, há exatamente um mês, e chocou a população local pela crueldade.

Na residência onde a dupla se escondia, situada na localidade de Coutinho, havia mais cinco pessoas – dois rapazes, um adolescente, duas mulheres e ainda uma criança. Todos foram levados para a delegacia. A polícia encontrou no imóvel diversas armas: espingarda de dois canos, calibre 32; pistola 380, da marca Taurus; além de dois revólveres, calibres 38 e 32.

Adir Rodrigues Basílio, de 52 anos, foi morto, com vários tiros na cabeça, no dia 20 de novembro, em uma das principais avenidas do bairro Marcílio de Noronha, em Viana, na hora do almoço. O carro em que estavam ainda passou por cima do policial, depois dos disparos. O atropelamento foi proposital, para ter certeza de que o PM morrera.

O veículo teve que ser tombado para retirar o sargento, que já estava morto, de baixo dele. Os criminosos fugiram a pé. Segundo testemunhas, três bandidos tentaram assaltar uma loja de telefones celulares antes do homicídio. Adir estava de folga, em um bar com amigos, em frente ao estabelecimento.

O sargento percebeu a ação dos bandidos e acionou a polícia. No entanto, eles o reconheceram como policial e começaram a atirar.

Buscas

Um dos acusados, Robson Venâncio da Silva, de 24 anos, foi preso um dia depois do crime, em casa, no mesmo bairro do crime. Segundo informações do comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Alessandro Marin, Primo e Macaco Louco também eram procurados pela Polícia Civil.
Após a descoberta do esconderijo da dupla, a PM, por duas semanas, realizou sondagem na região, que culminou na operação de ontem.

Quadrilha

Segundo a polícia, as outras pessoas flagradas na casa podem responder por formação de quadrilha e posse ilegal de arma de fogo.
De acordo com o comandante Marin, mesmo foragidos, Maxlon e Macaco Louco, junto com comparsas, continuaram cometendo crimes na região que escolheram para se esconderem da polícia.

Fonte: O Fato



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