Bairros e distritos de Cachoeiro ganham pluviômetros

Pluvi

Como parte da política de prevenção a desastres naturais em Cachoeiro de Itapemirim, as áreas mais atingidas pelas chuvas no município estão recebendo pluviômetros, que vão ajudar a Defesa Civil Municipal a prever as consequências da precipitação nessas regiões.

Nesta semana, foi concluída, no bairro IBC, mais uma instalação do processo, que começou em dezembro, por meio de parceria entre a prefeitura e o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

Fazem parte também das ações nos últimos anos o investimento em obras para aumento e melhoria da rede de drenagem, o mapeamento de áreas de risco e a organização e capacitação da Defesa Civil e da comunidade para prevenção e atendimento em caso de desastres.

No total, serão 11 pluviômetros. Já foram instalados os dos bairros São Geraldo, Guandu, Ilha da Luz, Coramara, Aeroporto e Jardim Itapemirim e do distrito de Itaóca. Ainda serão instalados nos distritos de Burarama, São Vicente, Pacotuba e Gruta, no próximo semestre.

O projeto contempla cidades com Defesa Civil regulamentadas e atuantes, com sistema de mapeamento de áreas de risco. Segundo o gerente de vistorias da Defesa Civil de Cachoeiro, Cleidson Marcelino, o critério para definir a localização é a suscetibilidade a alagamentos e deslizamentos.

“Com os dados do aparelho, vamos poder relacionar cada quantitativo de chuva com as suas consequências naquela determinada região. Assim, quando soubermos o índice pluviométrico previsto, poderemos definir a prevenção e o atendimento”, explicou.

No bairro São Geraldo, por exemplo, o aparelho está em uma microbacia hidrográfica cercada por morros, de onde a água da chuva desce até o córrego que deságua no rio Itapemirim. A partir dos dados do pluviômetro, será possível construir um histórico do comportamento dessas águas em cada situação de chuva, para saber qual volume é suficiente para o alerta.

Está prevista para o próximo semestre, na região do bairro Guandu, a instalação de uma régua eletrônica em uma das pontes sobre o rio Itapemirim. Ela capta dados sobre a vazão e envia diretamente aos computadores do Cemaden, por meio de sinal GSM, para identificar mais cedo possíveis situações de risco ligadas ao rio.



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