Canonização de Beato Anchieta que viveu no Estado acontece em abril

Anchuieta

O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis, comunicou na manhã desta quinta-feira (27), que o papa Francisco irá declarar santo o bento José de Anchieta, missionário que viveu no Brasil, e no Espírito Santo.

Dom Raymundo Damasceno esteve em reunião com o papa, no Vaticano, para dar início à preparação da celebração de canonização. Em entrevista, o cardeal explicou que o papa Francisco optou por uma cerimônia simples que consistirá na assinatura de um decreto no qual será declarado santo o apóstolo José de Anchieta. O evento ocorrerá no próximo mês de abril, com data e local a serem definidos.

De acordo com dom Damasceno, a missa de canonização será celebrada em uma igreja de Roma. Na ocasião o papa Francisco irá declarar santos o missionário brasileiro e dois beatos canadenses. “José de Anchieta deixou marcas profundas no início da colonização do Brasil, como também na sua evangelização. Eu creio que ele mereça ser cultuado por toda a Igreja”, disse o cardeal.

O arcebispo explicou que no Brasil haverá uma celebração mais solene, em âmbito nacional, possivelmente durante a 53ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em Aparecida (SP), no período de 30 de abril a 09 de maio, com a presença do episcopado brasileiro. Serão propostas outras celebrações nos estados onde o beato José de Anchieta percorreu em sua caminhada missionária como o Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro.

Passos de Anchieta

A tradicional caminhada “Passos de Anchieta” e considerado o roteiro cristão mais conhecido das Américas. Ao todo os participantes percorrem 100 quilometros, divididos entre os quatro dias de caminhada. A caminhada proporciona aos andarilhos momentos de fé e reflexão, e ainda revela os encantos naturais do território capixaba repletos de belas paisagens e símbolos históricos.

O roteiro revive o percurso feito pelo beato José de Anchieta em seus últimos anos de vida e é realizada em jornadas diárias de cerca de quatro a cinco horas. Durante todo o trajeto, os andarilhos contam com carros de apoio da organização e UTI móvel com médicos e paramédicos, que ficam à disposição dos participantes, e pontos de apoio, chamados de “oásis”, onde recebem água, frutas e atendimentos para bolhas, câimbras e torções adquiridas ao longo do percurso.



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