Levantamento aponta duas toneladas de merenda estragada em Alegre

Merenda

Os produtos da merenda escolar de escolas municipais de Alegre, no Sul do Espírito Santo, que precisaram ser jogados fora por estarem impróprios para consumo, somam mais de duas toneladas. O número provém do levantamento divulgado pela prefeitura na tarde desta quarta-feira (19). Os alimentos foram encontrados com validade vencida e em más condições de armazenamento. Segundo o prefeito do município, Paulo Lemos, a troca dos alimento vencidos por novos produtos foi negociada com fornecedores. Um novo depósito também já foi providenciado.
No dia 10 de março, o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) de Alegre denunciou que vários alimentos estavam com a validade vencida ou com bichos dentro das embalagens. No chão do Centro de Distribuição de Merendas havia insetos e sujeira. No total, foram perdidos 1.410 kg de arroz, 481 kg de macarrão, 190 kg de farinha, 102 kg de fubá, 43 kg de canjiquinha e 50 caixas de biscoito.
Na época, a prefeitura alegou que havia ocorrido um erro no cálculo dos alimentos. Desta vez, o prefeito justificou a falha. De acordo com Lemos, um atraso na entrega dos produtos ocasionou o problema. “Todos os produtos deteriorados estavam dentro do prazo de validade. O que estavam vencidos são 1.410 kg de arroz, que chegaram com dois meses de atraso após o pedido. O prazo de validade desse produto seria em abril”, disse.
Além disso, o prefeito rebateu a informação de que a compra dos alimentos perto do período de férias escolares foi o motivo do problema. “Qual impedimento que há de comprar em novembro, perto das férias, se eu pediria o produto quando quisesse? E foi o que aconteceu. Eu pedi no momento em que se precisou”, argumentou.
Ainda segundo Paulo, uma troca dos produtos impróprios para consumo foi negociada com os fornecedores. Sobre as condições de armazenamento dos alimentos, a prefeitura desconhecia a situação do Centro de Distribuição do próprio município, e garantiu que um novo depósito já foi providenciado. “Visitando o depósito, que já está lá há mais de 20 anos, considerei inadequado para armazenar alimentos. Já alugamos um novo local, perfeitamente saudável”, disse o prefeito.
A vice presidente do Conselho Municipal de Alimentação Escolar, Lisia Furtado, disse que ainda não recebeu o relatório com as quantidades de alimentos que foram perdidos e nem foi informada se o que está sendo trocado está chegando na quantidade correta. Ela informou ainda que precisa dessas informações para prestar conta ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

Fonte: G1



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