Técnicos-administrativos da Ufes mantém greve por tempo indeterminado

Ufes

Após completar um mês de serviços paralisados, os técnicos-administrativos da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), afirmam que a greve continua. “A greve é nacional e até o momento não foi aberto nenhum canal de negociação com o Governo Federal, a greve continua”, afirmou o técnico-administrativo e diretor-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Ufes (Sintufes), José Magesk.

Os serviços ofertados pelo Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam – Hospital das Clínicas) estão funcionando normalmente. Segundo a bioquímica da Hucam e coordenadora do Sintufes, Janine Teixeira, a greve é também por melhorias nas condições atuais de trabalho. “O pessoal vem e marca a consulta, eles conseguem fazer a marcação, mas e o atendimento? Os internados estão sendo atendidos na medida do possível, porque faltam medicações, reagentes, falta equipe, tem dia que falta que falta seringa, é uma situação de crise bem grande, hoje está faltando gaze”, afirma a bioquímica.
Já no campus da Ufes em Goiabeiras, as atividades estão paralisadas na Biblioteca Central e suas setoriais, secretarias de departamento de cursos, Pró Reitoria de Graduação (Prograd), seções da Prefeitura Universitária, setor de capacitação de servidores (Divisão de Desenvolvimento de Pessoas), Centro de Educação Infantil Criarte (creche da Ufes) e o Restaurante Universitário (RU).

As estudantes do curso de Química da Ufes, Laís Vazzoler e Stefani Turano estão preocupadas com os estudos neste semestre, com a biblioteca fechada elas estão deixando de fazer partes de trabalhos e as notas serão redistribuídas. “Não temos como fazer algumas partes dos trabalhos porque não temos como pegar livros para estudar”, afirma Laís.

“A falta da biblioteca está nos prejudicando muito a estudar, está fazendo falta o RU para nós que ficamos o dia inteiro, pois o curso é integral, comer por aqui não é nada em conta”, relata Stafani.

Os trabalhadores reivindicam a revogação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e a regulamentação da jornada de trabalho da categoria, reduzindo para 30 horas semanais, entre outras melhorias na carreira. Até o momento das 46 universidades federais, 40 já aderiram à paralisação. A greve é por tempo indeterminado e a categoria aguarda a abertura das negociações com o Governo.



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