ES é quarto que mais vacinou contra o HPV, mas 34 meninas tiveram efeitos colaterais

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Com uma campanha governamental acentuada desde o dia 1º de setembro, para a segunda dose, o Espírito Santo vacinou cerca de 10 mil crianças contra o vírus do HPV. No total, desde a primeira dose, são 90 mil vacinas aplicadas a pouco mais de 80 mil meninas. O número está acima da média nacional, porém as polêmicas acerca de efeitos colaterais ainda são discutidas.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), desde o início da vacinação, na primeira dose, 34 meninas tiveram algum registro de reação adversa leve, como náusea, desmaio, dor no local da aplicação e mal estar.

“É importante ressaltar que o Espírito Santo não registrou nenhuma reação grave, além disso, estudos corroboram o Ministério da Saúde em mostrar que a vacina diminui o risco de infecção pelo vírus e verrugas genitais”, afirma a coordenadora do programa de imunização da Sesa, Danielle Grillo.

Danielle ressalta que, como qualquer medicamento, a vacina contra o HPV possui componentes químicos que podem causar reações alérgicas e existem contra indicações. “A vacina pode sim ter algum efeito colateral, como por exemplo, quem é alérgico a alguma substância da vacina. Quem está grávida também não pode tomar a vacina”, diz.

Desde 1º de setembro, quando começou a vacinação contra o HPV, o Espírito Santo chegou a 93% da meta indicada pelo Ministério da Saúde, que é de atingir 86 mil meninas, de 11 a 13 anos. O Estado está em quarto lugar no ranking nacional, atrás de Ceará, São Paulo e Santa Catarina.

O vírus

O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para o filho no momento do parto. Uma estimativa da Organização Mundial da Saúde aponta que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, anualmente. A vacina não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais.



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