10 empresas fecham as portas por dia no ES, aponta Junta Comercial

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Por dia, 10 empresas fecham as portas no Espírito Santo por conta da crise, segundo dados Junta Comercial do estado. De janeiro a maio deste ano, 1.565 empresas fecharam as portas e encerraram as atividades, um dos setores é o comércio. O número é o maior dos últimos três anos para o intervalo.
Em 2013, no mesmo período, 1.296 empresas foram extintas. No ano passado, 1.417 encerraram suas atividades, um aumento de 9,3%. O crescimento de 2014 para 2015 foi de 10,4%. Em janeiro, foram 276 fechamentos; em fevereiro, 246; em março, 361; em abril, 332 e, em maio, foram 350 empresas extintas no Espírito Santo, segundo a Junta Comercial.
O diretor financeiro da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio-ES), Marcus Magalhães, detalhou que o comércio tem sentido muito o cenário de crise e que o consumo retraiu muito por causa do alto endividamento das famílias.
“Todo mundo esperava um ano difícil, mas ninguém poderia esperar tantas dificuldades como passa o empresariado. É um grau de estresse muito grande. Tivemos uma diminuição no varejo em geral por causa do alto grau de endividamento das famílias. Isso faz com que as economias não andem e os comércios comecem a fechar acima da normalidade. Acreditamos que isso vai continuar acima da média até o final do ano”, disse Magalhães.
O forte reflexo no comércio, observa Magalhães, revela uma crise sistêmica. “O comércio é a ponta da lança de toda a economia. Então se o comércio não vende, não gera emprego, não faz encomenda para a fábrica, não gera impostos. O termômetro da economia é o comércio. Se ele vai mal, toda a cadeira produtiva vai mal”, pontuou.
Móveis e confecção estão entre os setores mais atingidos. o setor que sofre menos é o de supermercado, já que as pessoas têm que comer, afirma o diretor financeiro da Fecomércio.
“Mas os empresários supermercadistas são unânimes: o tíquete médio da compra diminuiu. A população da classe média não compra mais a marca, ele procura uma segunda linha, de valor menor”, disse Marcus Magalhães.

Fonte: G1



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