Trabalhadores do Ministério da Saúde entraram em greve

Greve

Entre os serviços que serão afetados está o gerenciamento de convênios de municípios capixabas com o Governo Federal. Além disso, no noroeste do Estado, a agência do INSS de Nova Venécia também aderiu à greve
Os trabalhadores do Ministério da Saúde no Espírito Santo vão entrar em greve na próxima segunda-feira, 3 de agosto, por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira, 30 de julho, durante uma manifestação no prédio da Funasa e do Ministério, na Praia do Canto. O ato foi realizado por servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que já estão em greve.
Na sede do Ministério da Saúde no Espírito Santo atuam cerca de 120 servidores federais que realizam serviços administrativos, como o gerenciamento de convênios de municípios capixabas com o Governo Federal, trabalho que será afetado pela paralisação. A adesão desses trabalhadores à greve amplia o movimento na base do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde, Trabalho e Previdência Social no Espírito Santo (Sindprev-ES) que liderou o ato da manhã desta quinta-feira, 30.
Durante a manifestação foi realizado um apitaço e uma panfletagem em que pedestres e motoristas foram abordados e informados sobre as reivindicações da categoria. Além disso, antes da assembleia, os trabalhadores em greve do INSS conversaram com os colegas do Ministério da Saúde, que são da mesma base, informando sobre a importância da adesão ao movimento.
Além disso, no noroeste do Estado, a agência do INSS de Nova Venécia também aderiu à greve, elevando de 20 para 21 as agências com atendimento reduzido por conta do movimento.
Nacional
A greve foi deflagrada nacionalmente no dia 7 de julho e já atingiu 26 Estados, com mais de 80% de paralisação em mais de 1.100 agências do INSS em todo Brasil.
No dia 22 de julho mais de seis mil trabalhadores participaram de uma marcha em Brasília com a participação de uma caravana capixaba. As ações realizadas no Ministério do Planejamento e na direção geral do INSS reabriram as discussões sobre as condições de trabalho.
Reivindicações
Entre as diversas reivindicações dos trabalhadores federais estão uma política salarial permanente com correção das distorções e reposição das perdas inflacionárias; reajuste linear de 27,3%; data-base em 1° de maio, incorporação de todas as gratificações produtivistas e paridade salarial entre ativos e aposentados.
Em relação ao reajuste salarial, o governo apresentou uma contraproposta dividindo o reajuste em quatro anos, com os seguintes percentuais: 5,5% em 2016, 5% em 2017, 4,75% em 2018 e 4,5% em 2019, mas a categoria rejeitou.
“A inflação acumulada nos últimos 12 meses está quase em 10%. Portanto, não há como aceitar essa proposta do governo que nem repõem a inflação. Com a greve vamos lutar e pressionar o governo por melhorias”, avaliou a diretora do Sindprev-ES, Marli Brigida.



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