'Sinto que ela vai voltar', diz mãe de Amanda Correia, desaparecida há 3 anos,

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Há três anos, os pais da jovem Amanda Correia, de 18 anos, vivem a dor diária de não saberem o paradeiro da filha. A família, que é de Castelo, região Sul do Espírito Santo, acredita que a menina esteja viva e que um dia vai voltar para casa: “Sinto que ela vai voltar e vai explicar tudo o que aconteceu, meu coração diz isso”, falou a mãe. Para a polícia, o desaparecimento da garota é um mistério e o inquérito ainda não foi concluído.
Segundo a mãe da jovem, a empregada doméstica Elisa Regina Correia, de 43 anos, Amanda saiu de casa às 18h do dia 11 de agosto de 2012 dizendo que iria com uma amiga para uma casa de shows no bairro Bela Vila, em Castelo, onde aconteceria uma festa junina, e nunca mais voltou. Ela tinha 15 anos na época.
Os pais contam que, mesmo que o tempo passe, a dor é diária. “Só de começar a falar [sobre a Amanda] já começou a suar frio, começa a me dar aquela angústia no peito. É muito sofrimento, mas a gente tem que ir levando, não pode parar”, disse a mãe.

O pai, José Carlos da Silva, falou que chegou a receber ligações sobre possíveis locais onde a jovem poderia estar, mas essas informações nunca se confirmaram.

“A gente recebia ligações e ficava pensando: ‘será que é ela?’. Corríamos atrás, fomos a vários lugares, mas nada, era tudo falso, trote”, lamentou o pai.

Mesmo com a falta de informações, a família contou que não pensa no pior, e acredita que a menina vai voltar para casa algum dia. “Não perco a fé nunca. Todos os dias eu sonho com ela, que ela está voltando, que é aquela alegria. Enquanto isso vou vivendo esse sonho”, contou o pai.
Investigação
A Polícia Civil investiga o caso, mas ainda não sabe onde pode estar Amanda. Por meio de nota, se limitou em informar que o inquérito ainda não foi conluído e que o delegado responsável continua em busca de mais informações.
O caso
Um mês após o desaparecimento, o delegado responsável pelo caso na época, disse que torpedos do celular de Amanda foram enviados para duas amigas na noite de seu sumiço, mas as meninas apagaram o conteúdo assim que leram as mensagens.
Em depoimento, elas disseram que a jovem mandou as mensagens por volta de 0h40, já de domingo. Amanda dizia que estava muito triste, chorando e que tinha bebido. Segundo as meninas, a jovem não disse com quem e onde estava.

Fonte: G1

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