Municípios se preparam e se antecipam para receber o mar de lama

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Preocupados de como será o fornecimento de água potável à população de Baixo Guandu e Colatina, as prefeituras já estão se antecipando. Os executivos municipais, com auxílio dos órgãos Estadual, estão realizando ações afim de se preparar para o que pode acontecer quando o “mar de lama” que desce o Rio Doce em direção a sua foz – em Regência, Linhares -, chegar.
O primeiro município capixaba a ser impactado pelos rejeitos da mineradora Samarco, é Baixo Guandu. E, de acordo com o último boletim publicado pelo Serviço Geológico do Brasil, no final da tarde desta quinta (12), a lama só deve atingir o Estado depois da próxima segunda-feira (16).
Segundo a assessoria de Comunicação da Prefeitura de Baixo Guandu, equipes do Corpo de Bombeiros, Defesas Civis e dos órgãos públicos de Minas Gerais, estão trabalhando em uma forma de desviar o curso do Rio Doce em Aimorés (MG). Com isso, as cidades capixabas terão mais tempo de se preparar para o que estar por vir. A tentativa é fazer com que o rio volte passar pelo o seu antigo curso, que antigamente cortava a cidade a mineira.
Aimorés não sofrerá interrupção do abastecimento com o desvio. A captação de água no município é feita pelo Rio Manhuaçu. Enquanto isso, a Prefeitura de Baixo Guandu, juntamente com a Defesa Civil Estadual e Municipal, e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) da cidade, se mobilizam para agilizar a obra de captação da água do Rio Guandu, para que ela seja tratada e distribuída à população. Apesar dessa alternativa estar se tornando cada vez mais possível, a assessoria afirmou que o abastecimento será reduzido, pois a vazão do Rio Guandu é bem menor do que o Rio Doce.
Outra opção discutida é utilização da água do Rio Manhuaçu para manter o abastecimento de Baixo Guandu. A prefeitura informou que motoristas de carros auto tanques participaram de um treinamento específico para fazer a coleta e o transporte da água bruta do manancial mineiro.
Atualmente, a cidade de Baixo Guandu já tem à disposição sete carros auto tanques, com capacidade que vaiam entre 10 a 30 mil litros de água bruta. Além de sete carros pipas (água potável), que comportam entre 10 a 18 mil litros de água. Dentre esses caminhões, a assessoria de comunicação da Prefeitura Municipal afirmou que a empresa Samarco forneceu cinco auto tanques e dois carros pipas.
Já em Colatina, o diretor Administrativo e Financeiro do Serviço Colatinense de Meio Ambiente e Saneamento Ambiental (Sanear), Almiro Schimidt, contou que diariamente são recolhidas amostras da água do Rio Doce para se fazer as análises necessárias para garantir a qualidade da água coletada do manancial. “Não sabemos como está vindo os rejeitos, sabemos que será inferior ao que está acontecendo nas cidades mineiras, até porque a lama está se diluindo progressivamente na água do rio. Se for necessário e quando for, nós vamos interromper a captação e o abastecimento, mas já estudamos outras alternativas”.
Preocupados de como será o fornecimento de água potável à população de Baixo Guandu e Colatina, as prefeituras já estão se antecipando. Os executivos municipais, com auxílio dos órgãos Estadual, estão realizando ações afim de se preparar para o que pode acontecer quando o “mar de lama” que desce o Rio Doce em direção a sua foz – em Regência, Linhares -, chegar.
O primeiro município capixaba a ser impactado pelos rejeitos da mineradora Samarco, é Baixo Guandu. E, de acordo com o último boletim publicado pelo Serviço Geológico do Brasil, no final da tarde desta quinta (12), a lama só deve atingir o Estado depois da próxima segunda-feira (16).
Segundo a assessoria de Comunicação da Prefeitura de Baixo Guandu, equipes do Corpo de Bombeiros, Defesas Civis e dos órgãos públicos de Minas Gerais, estão trabalhando em uma forma de desviar o curso do Rio Doce em Aimorés (MG). Com isso, as cidades capixabas terão mais tempo de se preparar para o que estar por vir. A tentativa é fazer com que o rio volte passar pelo o seu antigo curso, que antigamente cortava a cidade a mineira.
Aimorés não sofrerá interrupção do abastecimento com o desvio. A captação de água no município é feita pelo Rio Manhuaçu. Enquanto isso, a Prefeitura de Baixo Guandu, juntamente com a Defesa Civil Estadual e Municipal, e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) da cidade, se mobilizam para agilizar a obra de captação da água do Rio Guandu, para que ela seja tratada e distribuída à população. Apesar dessa alternativa estar se tornando cada vez mais possível, a assessoria afirmou que o abastecimento será reduzido, pois a vazão do Rio Guandu é bem menor do que o Rio Doce.
Outra opção discutida é utilização da água do Rio Manhuaçu para manter o abastecimento de Baixo Guandu. A prefeitura informou que motoristas de carros auto tanques participaram de um treinamento específico para fazer a coleta e o transporte da água bruta do manancial mineiro.
Atualmente, a cidade de Baixo Guandu já tem à disposição sete carros auto tanques, com capacidade que vaiam entre 10 a 30 mil litros de água bruta. Além de sete carros pipas (água potável), que comportam entre 10 a 18 mil litros de água. Dentre esses caminhões, a assessoria de comunicação da Prefeitura Municipal afirmou que a empresa Samarco forneceu cinco auto tanques e dois carros pipas.
Já em Colatina, o diretor Administrativo e Financeiro do Serviço Colatinense de Meio Ambiente e Saneamento Ambiental (Sanear), Almiro Schimidt, contou que diariamente são recolhidas amostras da água do Rio Doce para se fazer as análises necessárias para garantir a qualidade da água coletada do manancial. “Não sabemos como está vindo os rejeitos, sabemos que será inferior ao que está acontecendo nas cidades mineiras, até porque a lama está se diluindo progressivamente na água do rio. Se for necessário e quando for, nós vamos interromper a captação e o abastecimento, mas já estudamos outras alternativas”.



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