Técnica avançada contra o câncer de próstata está mais acessível

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A evolução da medicina no combate ao câncer de próstata, que mata 13 mil homens no Brasil por ano, de acordo com projeções do Instituto Nacional do Câncer (Inca), tem propiciado tratamentos novos que melhoram a qualidade de vida dos pacientes e estão cada vez mais acessíveis. No Espírito Santo, a maior parte dos planos de saúde já oferece cobertura para uma técnica eficaz e moderna no combate a esse tipo de tumor: a Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT).
Ela foi desenvolvida para superar as limitações de outra técnica, chamada radioterapia conformacional, e consiste na aplicação de altas doses de radiação para destruir as células cancerosas, preservando ao máximo os órgãos sadios próximos à próstata, como a bexiga e o reto. A principal vantagem é que diminui os efeitos colaterais do tratamento, entre eles a impotência.
O rádio-oncologista do Instituto Radioterapia Vitória (IRV), Carlos de Freitas Rebello, explica que, em comparação com procedimentos tradicionais, essa técnica possibilita a redução de até 30% dos riscos de complicações, como necroses, dermatites, problemas gastrointestinais e urológicos.
Precisão
“A concentração da irradiação no tecido doente permite ainda amenizar outros efeitos observados em pessoas submetidas a procedimentos convencionais de radioterapia, como impotência e reações inflamatórias no reto e na bexiga”, acrescenta Carlos de Freitas Rebello. Outra vantagem destacada pelo médico é a diminuição do número de dias do tratamento, viabilizada em função da possibilidade de se aplicar uma dose maior de radiação por sessão no tumor.
O uso da IMRT é baseado em cálculos complexos que, associados a softwares de última geração, orientam os dispositivos que modulam os feixes. Com isso, a área a ser tratada é cuidadosamente identificada para que o tumor seja atingido com precisão.
Rebello observa que, por proporcionar mais conforto durante e após a terapia, a técnica pode também ser utilizada nos casos em que a doença está em sua fase inicial, apresentando a mesma chance de cura da cirurgia. “O que se busca é o desenvolvimento de técnicas que possam reduzir cada vez mais os riscos de lesões às células e aos órgãos saudáveis expostos à radiação. E a IMRT é uma delas".



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