Secundaristas intensificam ações contra o Escola Viva no interior

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A semana termina com o movimento estudantil intensificando os protestos no Estado contra a implantação do programa Escola Viva nas unidades de ensino que rejeitaram o programa. Já o governo se mantém irredutível na proposta de implantar novas unidades do programa, independentemente do desejo da comunidade escolar.

Pelas redes sociais, o movimento estudantil vem denunciando a forma antidemocrática com que o governo do Estado vem tentando implantar o programa. Os secundaristas acusam o governador Paulo Hartung (PMDB) de tentar desmobilizar o movimento, como afirma o presidente da União dos Estudantes Secundaristas do Estado (Ueses), Luiz Felipe Costa.
Em São Mateus, no norte do Estado, os estudantes mantêm a ocupação à Superintendência de Educação do município. Eles estão no local desde segunda-feira (7). O subsecretário de Educação, Eduardo Malini, sinalizou na quarta-feira (9), um encontro com o grupo nesta segunda-feira (14). Desde então, os estudantes estão sendo pressionados a deixar a Superintendência. Mas, temerosos de que o governo volte atrás, decidiram permanecer no local até que o encontro se realize e a negociação fechada.

No município de São Mateus, a intenção da Sedu é implantar o programa na escola Marita Motta, que tem 1300 alunos, o que levaria um grande contingente para outras duas escolas, que também se juntaram ao movimento para evitar a implantação do programa.

Colatina

Em Colatina, noroeste do Estado, os alunos da escola Conde de Linhares continuam ocupando o prédio da escola. A situação no local não é tranquila. Eles estão dormindo nos corredores, já que as salas foram trancadas, assim como o vestiário, os pais estão levando mantimentos para os alunos. Os estudantes prometem permanecer no local até que as vagas para os cursos técnicos oferecidos pela escola sejam abertas pela Sedu.

Na segunda-feira passada houve nova discussão sobre escola viva na sessão na Câmara de Vereadores de Colatina e alguns pais de aluno se manifestaram sobre a situação. Foi solicitado aos vereadores que fizessem um documento pedindo uma resposta por parte do governo a respeito das vagas para os primeiros anos do ensino médio, que ainda não estão disponíveis no sistema escolar da Sedu.

Os pais também pediram providencias ao Ministério Público. Eles exigem que a democracia seja respeitada, uma vez que a escola, por meio de eleições de todos os segmentos, rejeitou a proposta do Escola Viva. Como não houve nenhuma resposta do MPES, os estudantes decidiram pela ocupação.

Cachoeiro de Itapemirim

Em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Estado, estudantes e pais de alunos da Escola Francisco Coelho Ávila fizeram manifestação contra a implantação do Escola Viva no município. A escola é a unidade escolhida pelo governo no sul do Estado para abrigar o programa.

Por lá, o programa foi rejeitado por toda a comunidade escolar, porque muitos alunos fazem estágio ou participam do programa do governo federal “Menor Aprendiz”. A direção da escola também se recusava a abrir as matrícula para o ano letivo de 2016 para forçar a inscrição no Escola Viva.



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