Presa quadrilha acusada de causar prejuízo de R$ 500 mil contra marmorarias do ES

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Uma quadrilha especializada em golpes contra empresas do ramo de rochas ornamentais foi presa na tarde da última segunda-feira (21), em Cachoeiro de Itapemirim. Diversas vítimas já foram identificadas e o golpe pode ter chegado a R$ 500 mil. Receptadores dos produtos de furto também estão na mira dos policiais civis. A operação foi batizada como “Pedra Trincada”.

De acordo com a polícia, o primeiro acusado apreendido, José Carlos Guimarães Dutra Júnior, de 30 anos, teria negociado a compra de um bloco de granito pelo valor de R$ 50 mil. Num veículo que o aguardava do lado de fora da empresa, estavam outros dois acusados, Lucas Fonseca de Miranda, de 29 anos, e Wellinton Ferreira de Oliveira, de 27 anos. O quarto acusado, Thiago Santiago Alves, de 30 anos, foi preso em casa no bairro Aeroporto.
De acordo com o delegado responsável pela operação, Augusto Diorno, da Delegacia Patrimonial de Cachoeiro de Itapemirim (Depatri), a quadrilha agia se apresentando nas marmorarias da região como compradores de empresas do Rio de Janeiro. “Geralmente eles se apresentavam como compradores de empresas idôneas do Estado do Rio e convenciam os corretores das marmorarias cachoeirenses a venderem por meio de cheques pré-datados, ou boletos”, explica Diorno.

Diorno explica, ainda, que a fraude era descoberta no vencimento das faturas, pois não eram pagas e as duplicatas eram protestadas, colocando as empresas do Rio de Janeiro em contato com as empresas cachoeirenses. “No contato entre as empresas é que se descobria o golpe”, reforça Diorno.

A operação Pedra Trincada teve início em julho deste ano, a partir de denúncias das vítimas. Na ação da tarde desta segunda (21), a Depatri contou com o apoio da equipe de plantão da 7ª Delegacia Regional, comandada pelo delegado Augusto Garcia Lagos.

Esta prisão, segundo Diorno, é consequência da operação que começou na semana passada em pedreiras para investigação de roubos de insumos e equipamentos do setor, como marteletes, baterias e fios diamantados.

Receptadores dos blocos de mármore e granito furtados estão sendo investigados e também deverão ser presos nos próximos dias. O inquérito dessa operação, segundo a Depatri, deverá ser concluído em dez dias.

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