Suspeito confessa sorrindo que já cometeu mais de 80 assaltos em Cachoeiro de Itapemirim

Suspeitos-press

Os suspeitos do assalto a um ônibus, ocorrido na última segunda-feira (30), que resultou na morte de Miguel Arcangêlo Ferrareis, de 47 anos, presos na noite desta quinta-feira (2), pela Polícia Militar, confessaram o crime. Apontado como o líder do ‘bando 157’, Yure Damazio de Albino, de 19 anos, contou, aos risos, que já cometeu mais de 80 assaltos em Cachoeiro de Itapemirim.

De acordo com o titular da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri) e responsável pelo caso, Augusto Giorno, Yure e Carlos Henrique Damazio Athayde, de 22 anos, confessaram a autoria de cinco assaltos ocorridos nos últimos dias na cidade. “O Yure ficou preso um ano e meio e há três meses está em liberdade. Ele foi identificado em, pelo menos, seis assaltos, ocorridos somente no mês de maio deste ano”, comenta.

Entre os roubos identificados estão: em um salão de beleza, localizado na Ilha da Luz ocorrido no dia 14 de maio; um em uma padaria, localizada na avenida Jones dos Santos Neves, ocorrido no dia 22 de maio; a CG Titan, de cor preta, tomada em assalto no dia 24 e que foi recuperada pela PM; um no bar Quinta do Cabral no dia 25 de maio; outra padaria no dia 27; e o latrocínio ocorrido no dia 30.

Em depoimento, Yure se gabou dos crimes. “Já fiz um monte de assaltos. Uns 80, mais ou menos. Roubava quando era ‘de menor’ [sic]. Depois que fiquei adulto, dei uma sossegada. Eu cheirava e roubava todo dia. Nos últimos dias, foram cinco assaltos e mais o do ônibus”, disse o suspeito.

O delegado Augusto Giorno pediu a prisão preventiva de Yure e Carlos Henrique e aguarda a decisão da Justiça. Eles foram autuados em flagrante por associação criminosa e foram levados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Cachoeiro de Itapemirim.

O terceiro envolvido no assalto ao ônibus, um adolescente de 16 anos, tinha sido apreendido pela Polícia Militar, na última terça-feira (31). Na ocasião, ele chegou a confessar ser o autor do disparo que matou um passageiro e deixou outro ferido, para proteger o líder do ‘bando 157’. Ele está internado no Instituto de Atendimento Sócio Educativo do Espírito Santo (Iases).



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