Recusada nova proposta de acordo e bancários continuam em greve

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A primeira semana de greve dos bancários terminou com quatro dias de movimento (6 a 9), e a paralisação permanece sem previsão de término. Após mais uma rodada de negociações, realizada na manhã desta sexta-feira (9), o Comando Nacional dos Bancários recusou a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Foi oferecido um reajuste de 7% nos salários, na PLR e nos auxílios refeição, alimentação e creche, mais abono de R$ 3,3 mil.
O coordenador-geral do Sindicato dos Bancários do Estado (Sindibancários-ES), Jonas Freire, concordou com a rejeição do Comando Nacional. “Nós avaliamos que a proposta não atende ao que precisamos. Ela está muito abaixo da inflação, é um retrocesso para os bancários, já que o abono não é incorporado aos salários e nem tem reflexo nas garantias trabalhistas, como 13º, férias e fundo de garantia”.
Freire confirmou que uma nova reunião foi marcada com a Fenaban. “A expectativa é que a Fenaban nos encaminhe uma proposta próximo do que estamos pedindo. Já que eles pediram uma nova rodada de negociações, para a próxima terça (13), às 14h em São Paulo, até lá continuamos com a greve.
A categoria tem aderido à greve e o número de agências participantes está aumentando. Os primeiros dias aderiram 314 agências no Espírito Santo: 178 unidades paralisadas na Grande Vitória e 136 no interior. O total nacional também chegou a 8.454 agências.
A greve teve inicio na terça-feira (6) porque a reivindicação dos bancários não foi atendida. Eles pedem a reposição da inflação do período e mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização, mais segurança e melhores condições de trabalho. A defesa do emprego também é uma prioridade, assim como a proteção das empresas públicas e dos direitos da classe trabalhadora.
A Fenaban apresentou uma primeira proposta no dia 29 de agosto de reajuste de 6,5% para salários e benefícios, e abono de R$ 3 mil. Porém foi recusada pela categoria já que a oferta representaria perda de 2,8% para os bancários, já que a inflação projetada para o período é de 9,57%.



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