No décimo dia da greve dos bancários, 339 agências fecham no Estado

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Nesta sexta-feira (16), décimo dia da greve dos bancários, o número de agências fechadas no Estado chegou a 339, sendo 189 na Grande Vitória e 150 no interior. Também permaneceram fechados três departamentos da Caixa Econômica Federal, o prédio do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) e os Centros de Processamento de Dados (CPDs) do Banestes e do Banco do Brasil, na Praça Pio XII.

O Bandes, inclusive, apresentou proposta insuficiente aos trabalhadores nesta quinta-feira (15) e o Sindicato dos Bancários do Estado (Sindibancários-ES) orientou pela rejeição da proposta e retomada das negociações.

A proposta do Bandes não considera a minuta específica do banco, como a revisão do Plano de Carreiras e garante apenas o cumprimento do acordo da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban, nesta quinta-feira, terminou sem acordo pelo fato de os empresários não terem levado proposta nova para a mesa. Além disso, não foi remarcada nova negociação.

Nesta sexta-feira, na Grande Vitória, fecharam 39 agências da Caixa Econômica Federal, 54 do Banestes, 42 do Banco do Brasil e três do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Ente os bancos privados, são 15 do Santander, 15 do Bradesco, 15 do Itaú, cinco do HSBC e uma do Safra.

Já no Interior aderiram à greve 55 agências do Banco do Brasil, 40 do Banestes, 43 da caixa e 12 unidades de bancos privados.

Dentre as principais reivindicações dos bancários estão reajuste salarial, com reposição da inflação (9,57%) mais 5% de aumento real; PLR de três salários mais R$8.317,90; piso salarial de R$3.940,24 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último); vale alimentação no valor de R$880 ao mês (valor do salário mínimo); vale refeição no valor de R$880,00 ao mês; 13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor de R$880 ao mês; melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários; fim das demissões; mais contratações; fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 30/15 no Senado, além da ratificação da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que coíbe dispensas imotivadas; e Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.



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