Horário de verão começa no próximo dia 16 de outubro em onze estados

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No próximo dia 16 tem início o horário de verão no país. Os Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo e o Distrito Federal deverão adiantar os relógios a partir da meia noite em uma hora. A previsão para término é no dia 19 de fevereiro de 2017.
Com a medida, a demanda durante o horário de pico, que vai normalmente das 18h às 21h, é reduzida. Com isso, a iluminação pública é acionada mais tarde, deixando de coincidir com o horário de consumo da indústria e do comércio.
Isso porque as indústrias são um dos maiores consumidores de energia elétrica do Brasil, com 39%, seguido pelos poderes públicos e transportes (19%), residências (16%), setor energético (9%), comércio e os serviços (8%). O restante é distribuído entre outros segmentos, destacando-se o meio rural.
De acordo com dados do Governo Federal, em 2015 o horário reduziu a demanda por eletricidade em 2,6 mil megawatts (MW), ou 4,5% do consumo médio nas regiões Sul, Sudeste Centro-Oeste. A economia de energia foi de 0,5%, o que em números gira em torno de R$ 162 milhões, devido a redução da necessidade de uso das usinas termelétricas, que têm energia mais cara.

Horário de verão exige adaptação da população
O horário de verão tem início no dia 16 de outubro e sua chegada provoca preocupação em uma boa parte da população. Enquanto muitas pessoas comemoram uma hora a mais de sol no fim da tarde, outras reclamam que sentem mais cansaço, dificuldade na hora de dormir e até falta de apetite, resultado da alteração em uma hora no tempo cronológico.
A especialista em Medicina do Sono, Jéssica Polese, explica que esses e outros sintomas são comuns devido à alteração no relógio biológico, que vai precisar se readequar novamente. “Como escurece mais tarde, a produção da melatonina –hormônio que regula o sono – sofre uma diminuição. Geralmente nosso organismo pode levar até 14 dias para se adaptar à mudança, dependendo de cada pessoa”, diz a médica, que recomenda alterar a hora de dormir e acordar com o novo horário. “É importante tentar dormir uma hora mais cedo do que de costume, assim o corpo não sentirá tanto impacto ao acordar uma hora antes no dia seguinte”, explica.
Segundo Jéssica Polese, investir na chamada higiene do sono pode ajudar durante essa fase transitória. “Cerca de 30 minutos antes de dormir procure fazer algo que te relaxe. Evite conteúdos de televisão agressivos, pois eles podem afetar a qualidade do seu sono. Tome um banho morno, esteja num ambiente arejado e limpo. Isso pode ajudar”, recomendou a médica.



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