Exposição Sérgio Sampaio 70 terá mais dias e música ao vivo

Sampaio

A Secretaria de Cultura de Cachoeiro de Itapemirim (Semcult) tem duas novidades para os admiradores de Sérgio Sampaio (1947-1994) e, também, para as pessoas que têm interesse em conhecer mais sobre o cantor e compositor cachoeirense.

O encerramento da exposição “Sérgio Sampaio 70, eu sou aquele que disse”, que seria nesta terça-feira (16), foi adiado para 25 de maio.

A outra boa notícia é que, no local da mostra, na Sala Levino Fanzeres, no Palácio Bernardino Monteiro (sede da prefeitura), será promovida uma série de tardes musicais com o cantor e compositor Hélio Sampaio, irmão de Sérgio.

Conhecido popularmente como Helinho, ele se apresentará nesta quinta (18) e sexta-feira (19) e, na próxima semana, nos dias 24 e 25, sempre das 12h às 18h, período em que o espaço fica aberto ao público. A entrada é franca.

“A ideia é proporcionar um encontro dos visitantes com as músicas de Sérgio, com a presença e o talento de seu irmão Hélio”, explica a coordenadora de Artes Visuais da Semcult, Isabel Bremide.

Sobre a mostra

Ambientada em um salão de bar, a exposição “Sérgio Sampaio 70, eu sou aquele que disse” conta com diversos elementos ligados à vida e à obra do cantor e compositor cachoeirense, como fotografias, recortes de jornais, letras de música e, ainda, um violão.

A mostra foi lançada no mês passado, durante a semana do aniversário do artista (13 de abril), que faria 70 anos. Também dentro da programação, houve o lançamento da terceira edição de “Eu quero é botar meu bloco na rua!”, de Rodrigo Moreira, e o espetáculo “Sérgio Sampaio 70”, no Teatro Rubem Braga, com a participação de vários artistas da cidade.

Biografia de Sérgio

Filho do maestro Raul Gonçalves Sampaio e da professora Maria de Lourdes Moraes, Sérgio Sampaio, antes de gravar suas composições, de melodias marcantes e letras autobiográficas, foi radialista em Cachoeiro e, depois, no Rio de Janeiro.

Lançou quatro discos, sendo o último, “Cruel”, um álbum póstumo. Entre seus maiores sucessos estão “Eu quero é botar meu bloco na rua”, “Meu pobre blues” e “Tem que acontecer”.

Sérgio faleceu aos 47 anos, em 1994, e desde então vem tendo sua obra e biografia revisitadas de modo mais forte, nas últimas duas décadas, principalmente após o lançamento da coletânea póstuma “Balaio do Sampaio”.



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