Mais de 14% da população capixaba ainda não foi imunizada contra febre amarela

Febre

Depois do surto de febre amarela registrado no Espírito Santo no ano passado, o Estado passou a integrar a área de recomendação vacinal pelo Ministério da Saúde. Mesmo assim, mais de 14% da população capixaba ainda não foi imunizada.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), as informações enviadas pelos municípios, até o momento, apontam que 3.077.619 pessoas foram imunizadas contra a febre amarela em todo o Estado, o que representa uma cobertura vacinal de 85,71% da população capixaba. Quem ainda não foi imunizado deve ir até uma unidade de saúde e se vacinar. A Sesa afima que há doses disponíveis.

Tire todas as dúvidas sobre a febre amarela

Em 2017, foram confirmados 330 casos de febre amarela silvestre, ou seja, com transmissão ocorrida na área rural. Deste total, 100 evoluíram para óbito. Neste ano, ainda não houve registros de casos da doença.

Doses garantidas

Na última quinta-feira (11), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, garantiu que não haverá falta de vacina contra a febre amarela no País, durante visita a um hospital público de Itapetininga, no interior de São Paulo. Durante o dia, foram registradas filas para vacinação em várias cidades do interior e algumas unidades ficaram sem doses.

Barros também defendeu a eficácia das doses fracionadas da vacina que passarão a serem utilizadas para imunização. “Nós temos um estoque estratégico e não vai faltar vacina, mas fazemos o fracionamento em função da circulação do vírus em áreas de grande densidade demográfica. Temos que ter reserva no caso de haver mais alguma emergência”, disse.

Viagem

Quem for viajar a países que exijam o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela, emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), deve tomar a vacina padrão, mesmo que tenha tomado a dose fracionada.

“A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva que será implementada em áreas selecionadas, durante período determinado de 15 dias, informou o Ministério da Saúde.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os viajantes internacionais fazem parte do grupo de pessoas não indicadas a receber a vacina fracionada – gestantes, crianças de nove meses a menores de dois anos e indivíduos com condições clínicas especiais (portadores de HIV/Aids, pacientes ao final do tratamento de quimioterapia e aqueles com doenças hematológicas, entre outras).



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